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Aumento da importação e baixa competitividade causam crise na produção leiteira no Brasil

Mais de 2 bilhões de litros de leite foram importados em 2023, cenário que já traz prejuízos para o setor. Mesmo o Brasil sendo o terceiro maior produtor mundial de leite, com mais de 34 bilhões de litros por ano, segundo o Ministério da Agricultura e Agropecuária (Mapa), os custos da produção e a competitividade com o produto vindo de fora tornam a situação mais difícil. 

Só em novembro, foram importados 203,9 milhões de litros em equivalente leite — que pode ser o produto em qualquer forma, desde leite em pó a queijos —, um crescimento de 5% frente a outubro e de 33,4% em relação a novembro de 2022. Isso se deve, principalmente, à queda na produção de leite no Brasil durante a pandemia, algo que, segundo o pesquisador Centro de Inteligência do Leite (CILeite), da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa), Samuel Oliveira, há muito tempo não ocorria.

Ele explica como alguns fatores levaram a essa crise no setor. 

“Como efeito da pandemia, da guerra da Rússia, houve um desequilíbrio de preços relativos, que trouxe uma inflação dos custos de produção do leite. E como a gente estava passando por uma situação, saindo da pandemia, a economia ainda em recuperação, o poder aquisitivo da população não suportou o aumento do preço de lácteos. Então teve uma queda da demanda, aumento dos custos e isso acabou afetando a rentabilidade dos produtores e diminuindo a oferta de leite no Brasil”, analisa. 

Preço

O pesquisador destaca ainda que, diferente do que acontece no agronegócio como um todo, a produção brasileira não consegue competir com alguns mercados internacionais. 

“Sempre existe uma pressão pela importação do leite, porque o que é produzido na Argentina, no Uruguai, até mesmo na Europa muitas vezes é mais barato que o leite brasileiro. E com essa falta de leite no mercado doméstico houve um aumento da importação. No ano passado, a importação do leite correspondeu a quase a 8% do consumo total do Brasil, que é um volume altíssimo — geralmente gira em torno de 2%, 3%, no máximo 4%”, comenta. 

Entre o início de 2020 e outubro de 2023, o custo de produção aumentou 50%, enquanto o preço da venda do leite subiu 38%. 

Para reduzir os impactos, o governo federal criou um pacote de medidas emergenciais para as cooperativas do setor leiteiro. A portaria, publicada no Diário Oficial da União em janeiro, autoriza o pagamento de equalização de taxa de juros em financiamentos rurais concedidos no âmbito do Plano Safra 2023/2024. 

Os recursos devem ser utilizados por cooperados para renegociar dívidas com as cooperativas referentes a bens e insumos para produção de leite.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil



Fonte: Brasil 61

Impasse sobre desoneração da folha atrapalha planejamento, afirmam representantes setoriais

Representantes dos 17 setores que se beneficiam da desoneração da folha de pagamento afirmam que o impasse em torno da continuidade do mecanismo – que inicialmente iria até o fim de 2027 – está atrapalhando o planejamento das empresas para o ano. 

A medida provisória (MP) do governo que exclui oito e reonera – de forma gradual – os nove setores restantes entra em vigor a partir de abril.  Em meio à repercussão negativa gerada pela MP, o governo ainda não definiu o que vai fazer em relação ao texto.

Mas, enquanto o Executivo não formaliza se vai retirar a MP e enviar projeto de lei sobre o tema ou se vai bancar o texto enviado ao Congresso Nacional, cresce a incerteza das empresas. É o que afirma Vivien Suruagy, presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra). 

"É importante solucionar por causa da previsibilidade. Nós temos que ter certeza se vamos manter os empregos ou não, qual vai ser a situação financeira. Nós temos que ter uma definição agora. É um absurdo, em fevereiro, estarmos com a indefinição de uma lei que foi votada, sancionada, houve derrubada de veto, e aí vem esse "segundo veto" do governo com essa medida provisória descabida com relação à desoneração", critica. 

Indefinição

Na última segunda-feira (19), o líder do Executivo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), disse que o governo retiraria da medida provisória o trecho que trata da desoneração da folha e encaminharia um projeto de lei ao Congresso Nacional. 

Na terça (20), no entanto, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que a discussão sobre como resolver o assunto ainda estava em andamento e que seria pauta de uma reunião entre o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente Lula. O envio de um projeto de lei sobre o assunto era uma "possibilidade", classificou. 

Nesta quarta-feira (21), Randolfe disse que em pouco tempo o governo deve anunciar que encaminhamento dará à questão. Ele destacou que a edição de um projeto de lei no lugar do trecho da MP é uma das possibilidades sob a mesa de negociação. "Acredito que ainda esta semana o governo anunciará qual vai ser o encaminhamento."

Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), afirma que o impasse é prejudicial para o setor produtivo. "O que nós estamos vivendo aqui é mais uma insegurança jurídica, que acaba gerando mais judicialização e mais custo pras empresas, mais intranquilidade, mais dificuldade de prever o futuro de curto prazo", pontuou. 

A Feninfra, a Abit e representantes de outros setores alcançados pela desoneração da folha estiveram em Brasília nesta semana para defender a prorrogação do mecanismo junto a lideranças partidárias no Congresso Nacional. 

Líder do União Brasil e autor do projeto de lei que prorrogou a desoneração por mais 4 anos – proposta que, na prática, foi revogada pela MP do governo –, o senador pela Paraíba Efraim Filho defende que o governo retire a medida. 

"A nossa defesa sempre foi de que se preservasse os empregos para quem trabalha e a redução da carga tributária para quem emprega. É importante que a revogação da medida provisória aconteça agora, porque fica valendo a lei. Aí nós vamos ter tempo e paciência para poder fazer a análise do projeto de lei que o governo vai enviar para buscar alterar e dar sugestões sobre a lei que já foi aprovada", diz. 

Os 17 setores defendem que eventual projeto de lei do governo sobre a reoneração não altere aquilo que o Congresso aprovou no fim do ano passado, ou seja, a continuidade da desoneração integral da folha para todas as atividades até o fim de 2027. 

"É claro que o governo tem todo o direito de vir com projeto de lei. Se bem que ele devia ter conversado no ano passado. Teve todo o tempo para isso e não o fez. Agora, [somente] a partir de 2027 se pode pensar em alguma nova ideia a respeito da desoneração. Antes disso, negativo", diz Suruagy. 

Representante do setor têxtil e de confecção, um dos oito que a MP excluiu da desoneração, Pimentel diz que a medida vai aumentar o custo do emprego, prejudicando a geração de postos de trabalho e a competitividade  das empresas. "Ninguém está dizendo que não tem diálogo, não é nada disso, mas durante dez meses, no ano passado, isso foi discutido no Congresso. Se o Executivo não participou, se omitiu, o debate foi travado", lembra. 

Idas e vindas da desoneração

Em vigor desde janeiro de 2012, a desoneração da folha de pagamento visa reduzir a carga tributária dos setores que mais empregam no país. Ela permite que as empresas optem pelo pagamento de uma alíquota que vai de 1% a 4,5% sobre o faturamento total (receita bruta) do negócio em vez da contribuição patronal de 20% sobre a folha de salários. 

Ao longo dos últimos 12 anos, o benefício foi prorrogado algumas vezes, sendo a última delas no fim do ano passado, quando o Congresso Nacional estendeu a desoneração por mais quatro anos. O governo vetou o texto, mas, em sessão conjunta, deputados e senadores derrubaram o veto. O projeto virou lei. 

Às vésperas do ano novo, já durante o recesso parlamentar, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou a medida que onera gradualmente os setores beneficiados pelo mecanismo, indo de encontro à decisão do Legislativo. 

A MP 1202/23 acaba com a opção de as empresas recolherem os impostos tendo como base o faturamento. O texto estabelece a volta da contribuição patronal de 20% sobre a folha para oito setores, já a partir de abril. 

Setores excluídos da desoneração

  1. Call Center
  2. Confecção e vestuário
  3. Têxtil
  4. Fabricação de veículos e carrocerias
  5. Máquinas e equipamentos
  6. Projetos de circuitos integrados
  7. Tecnologia de comunicação (TIC)
  8. Proteína animal

Setores que permanecem na desoneração

  1. Calçados
  2. Couro
  3. Comunicação
  4. Tecnologia da informação (TI)
  5. Construção civil
  6. Construção e obras de infraestrutura
  7. Transporte rodoviário coletivo
  8. Transporte rodoviário de cargas
  9. Transporte metroferroviário de passageiros

As empresas desses nove setores que permanecem na desoneração foram divididas em dois grupos. Para as que ficaram no primeiro grupo, está prevista a volta progressiva da contribuição patronal, entre 2024 e 2027, da seguinte forma:  

  • 2024 - 10%; 
  • 2025 - 12,5%; 
  • 2026 - 15%; 
  • 2027 - 17,5%. 

Já para as que foram classificadas no segundo grupo, o texto estabelece o seguinte calendário: 

  • 2024 - 15%; 
  • 2025 - 17,25%; 
  • 2026 - 17,5%; 
  • 2027 - 18,75%. 

De acordo com o governo, as alíquotas reduzidas só valem para o primeiro salário mínimo de cada trabalhador. Isso significa que, no caso de um funcionário que ganhe dois salários mínimos, uma empresa classificada no primeiro grupo só terá direito ao pagamento da contribuição patronal de 10% em 2024 sobre um salário. Sobre o segundo, a empresa pagaria os 20%. 

A partir de 2028, a contribuição patronal de 20% se aplicaria a todas as atividades econômicas, inclusive sobre o primeiro salário mínimo de cada trabalhador.  

Saiba o que é a desoneração da folha de pagamentos

Reoneração da folha coloca em risco 60 mil empregos no setor calçadista, projeta associação

Com reoneração da folha de pagamento, empresas de call center podem demitir 400 mil em dois anos

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil



Fonte: Brasil 61

Rugas e botox

A nossa face é composta por mais de 20 músculos, e muitos deles são responsáveis pelas expressões faciais, quando eles se contraem apresentam diversas emoções. Com o envelhecimento, eles vão criando "memórias" e marcando a pele, causando rugas estáticas. As rugas mais comuns são os pés de galinha, o “código de barras”, que são as rugas acima dos lábios, as linhas na testa e entre as sobrancelhas. 

Mais do que um problema estético, as rugas mudam o rosto das pessoas e provoca um esforço negativo no real estado emocional, de tristeza, cansaço e impactando diretamente na autoestima e na qualidade de vida delas.

Um dos tratamentos é a aplicação da toxina botulínica, o botox, que tem como função paralisar parcialmente o músculo. No caso das rugas, o objetivo é aplicar exatamente no músculo que fica contraído e que causa o surgimento da ruga, para que ele fique enfraquecido, resultando em uma expressão mais relaxada para o paciente.

Um uso muito comum da toxina é para a prevenção, a aplicação é feita em pacientes mais jovens, antes do aparecimento das marcas para evitar as chamadas linhas de expressão. O efeito da toxina pode ser percebido a partir de três dias da sua aplicação e dura em torno de quatro a seis meses.

Nos casos em que a aplicação é feita no músculo errado ou que em uma quantidade excessiva, pode haver consequências como uma boca torta, um sorriso estranho ou até mesmo uma pálpebra caída dificultando a visão do paciente.

Por isso, se você possui interesse em realizar esse procedimento, é importante que procure um cirurgião plástico ou um dermatologista especializado.

Para mais informações, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda.



Fonte: Brasil 61

C.Vale apresenta tecnologia para reduzir compactação do solo

Produtores que participaram do Dia de Campo da C.Vale em Cruz Alta (RS) conheceram tecnologia de aeromapeamento do solo com o uso de um drone. O serviço permite a identificação do fluxo da água das chuvas e indica o melhor sentido de cultivo com o objetivo de reduzir ou evitar danos à lavoura por enxurradas. O método foi apresentado por Leandro Wildner, pesquisador da Epagri (SC), e pelo supervisor de agricultura de precisão e inovação tecnológica da C.Vale, Rafhael Crema. O programa também indica os caminhos que as máquinas agrícolas devem percorrer para limitar a compactação de solo.

O Dia de Campo foi aberto, nesta quarta-feira, 21, pelo vice-presidente da C.Vale, Ademar Pedron. O evento prossegue, na quinta-feira, 22, com a participação de produtores de 28 unidades de grãos da C.Vale no RS. Vinte e oito empresas estão apresentando produtos e serviços para o agronegócio.



Por C.Vale

Clubes da Terceira idade de Palotina iniciam as atividades do ano

Os clubes da terceira idade de Palotina estão de volta com suas atividades e encontros semanais. Nesta quarta-feira, dia 21, foi a vez do Clube João XXIII retomar suas atividades. Os integrantes se reuniram no Centro de Convivência da Família Severino Gênero, na Praça 15 de Novembro, onde participaram de um momento ecumênico seguido por uma animada matinê.

O prefeito Luiz Ernesto de Giacometti e a secretária de Assistência Social, Miriam Elena Souto de Giacometti, estiveram presentes para prestigiar o reinício das atividades. O prefeito aproveitou a oportunidade para enaltecer a contribuição dos idosos no município, reconhecendo o papel fundamental desses encontros da terceira idade na promoção do bem-estar e melhora na qualidade de vida. Além disso, ele fez um importante alerta sobre a necessidade de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, visto o aumento significativo de casos dessa doença no município e na região.

Na quinta-feira, dia 22, serão retomadas as atividades no Distrito de Vila Floresta, e no dia 29, na comunidade de La Salle. Todos os demais clubes já retomaram suas atividades. O município de Palotina conta com sete clubes ativos com mais de 800 idosos participantes.


Por Portal Bem Oeste Notícias 

Polícia Militar de Terra Roxa atende caso de violência doméstica

Na noite de terça-feira (20), a equipe da Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência de violência doméstica na cidade de Terra Roxa. Segundo relatos da vítima, ela teria sido agredida e ameaçada com uma faca pelo seu namorado.

O homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde serão tomadas as medidas cabíveis.


Com informações da PM

BPFRON cumpre mandado de prisão em Marechal Cândido Rondon

Na terça-feira (20/02), no âmbito da Operação Protetor, policiais militares do BPFRON- Batalhão de Polícia de Fronteira, durante patrulhamento realizaram abordagem a um indivíduo de 35 anos na cidade de Marechal Cândido Rondon/PR. Após consulta no sistema policial foi constatado que havia em seu desfavor um mandado de prisão expedido pela Comarca de Campo Mourão/PR, pelo crime de tráfico de drogas. O homem preso foi encaminhado ao Departamento de Polícia Penal de Marechal Cândido Rondon, para os procedimentos cabíveis.


Por BPFRON

Segunda parcela do IPVA de veículos com final de placa 7 e 8 vence nesta quinta-feira

A segunda parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2024 para veículos com placas terminadas em 7 e 8 vence nesta quinta-feira (22).

Ao longo desta semana, os contribuintes que escolheram o parcelamento em cinco vezes devem efetuar o pagamento da segunda cota do imposto, sem a incidência de juros. É importante estar atento às datas de vencimento, que variam de acordo com o final da placa do veículo.

ALÍQUOTA – A alíquota do IPVA no Paraná é fixada em 3,5% sobre o valor venal de carros e motos em geral. Para ônibus, caminhões, veículos de carga, de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) a alíquota é de 1%.

São tributados os veículos fabricados nos últimos 20 anos, ou seja, de 2004 em diante. Há isenção para algumas categorias específicas, como ônibus de transporte público, veículos de transporte escolar e veículo de propriedade de pessoas com deficiência, entre outros.

O IPVA representa uma das principais fontes tributárias do Estado, e 50% de sua arrecadação é destinada aos municípios.

ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 10% do valor do imposto.

SITES FALSOS – A Secretaria da Fazenda alerta os contribuintes sobre a existência de sites falsos relacionados à cobrança do IPVA. A recomendação é que as guias de pagamento sejam sempre geradas através dos sites oficiais, cujos endereços terminam com a extensão “pr.gov.br”, ou por meio dos apps (da Receita Estadual e do Detran, que fornecem formas seguras de realizar os pagamentos.

Confira o calendário da segunda parcela do IPVA 2024:

1 e 2 – 19/02 (vencida)

3 e 4 – 20/02 (vencida)

5 e 6 – 21/02 (vence nesta quarta)

7 e 8 – 22/02

9 e 0 – 23/02

Segunda parcela do IPVA de veículos com final de placa 7 e 8 vence nesta quinta-feira Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
Segunda parcela do IPVA de veículos com final de placa 7 e 8 vence nesta quinta-feira Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

Por AEN

Prazo para pedido de isenção do IPTU 2024 vai até 29 de fevereiro

A Secretaria de Finanças de Maripá informa que o prazo para requerer a isenção do IPTU - Imposto Predial e Territorial Urbano 2024 termina no dia 29 de fevereiro. O pedido deve ser feito na Prefeitura, de segunda a sexta das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

O benefício é destinado a aposentados, pensionistas, deficientes físicos, viúvos e pessoas com idade igual ou superior a 65 anos. Para ter direito ao benefício, o contribuinte também deve possuir renda familiar mensal de até 2,5 salários mínimos, ou seja, R$ 3.530,00 e um único imóvel em seu nome no município, sendo destinado à moradia.

O requerente deve apresentar comprovante de rendimento familiar de todos os membros da família, CPF e RG de todos os membros da família e, ainda, a escritura ou cópia da matrícula atualizada do imóvel.

A isenção abrange apenas o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU. As demais taxas de serviços urbanos, como a Taxa de Limpeza Pública e a Taxa de Conservação de Vias, serão lançadas e cobradas normalmente.

Outro ponto importante a destacar é que a isenção somente será concedida para a residência do beneficiado. Caso houverem outras residências no mesmo terreno, estas terão o lançamento e cobrança do IPTU de forma integral.

Ainda não há previsão de distribuição dos carnês. Para mais informações os interessados devem procurar a Secretaria de Finanças, ou atendimento pelo telefone (44) 3687-1262.

O pedido deve ser feito na Prefeitura, de segunda a sexta das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

Por Assessoria


Maripá abre PSS para fonoaudiólogo e professor de educação infantil

 O Município de Maripá abriu nesta quarta-feira (21/02) as inscrições do Processo Seletivo Simplificado (PSS) 01/2024 para os cargos de fonoaudiólogo e professor de educação infantil. O prazo para inscrição vai até 8 de março e deve ser feita exclusivamente pela internet, no site www.maripa.pr.gov.br.

A seleção dos candidatos será realizada em uma única etapa, de caráter classificatória e eliminatória, por meio da Prova de Títulos – Avaliação Curricular. O contrato poderá ter prazo máximo de até seis meses, podendo ser prorrogado por mais seis meses.

O edital com todos os detalhes também está disponível para consulta no site do município (www.maripa.pr.gov.br). Em caso de dúvidas, os interessados devem entrar em contato por telefone com o Setor de Recursos Humanos pelo número (44) 3687-1262 ou por e-mail no endereço: rh@maripa.pr.gov.br.



Por Assessoria

Preço da soja registra alta nesta quarta-feira (21) no Paraná

A saca de 60 quilos de soja está cotada, nesta quarta-feira (21), a R$ 112,95. O produto registra alta de 0,25% no valor, na comparação com a última cotação, na região de referência do Paraná. 

Especificamente no litoral do Paraná, em Paranaguá, houve baixa de 0,11%, e a saca de 60kg é negociada a R$ 118,90. 

Em relação ao preço do trigo, ocorre a tendência de alta da média de preços no Paraná e no Rio Grande do Sul. No Paraná, houve alta de 0,68% na tonelada do trigo, que é negociada a R$ 1.251,75. Já no Rio Grande do Sul, a alta foi maior, de 1,85% e a tonelada da commodity é negociada a R$ 1.200,50.

Os valores são do Cepea

Foto: Arquivo/Agência Brasil



Fonte: Brasil 61

Pagamentos de fevereiro do INSS começam nesta sexta-feira (23)

Os aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios recebem a partir desta sexta-feira (23) o pagamento referente a fevereiro do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao todo, serão pagos 39.036.865 benefícios previdenciários.

Recebem primeiro os beneficiários que possuem cartão com dígito final 1, já que o calendário leva em consideração o número final do cartão de benefício.

Para quem recebe até um salário mínimo (R$ 1.412), os depósitos vão de sexta (23) até 7 de março. Já quem tem renda mensal acima do piso nacional, recebe a partir de 1º de março. 

O economista Antonio Carvalho ressalta que o período do pagamento é um momento positivo para a economia do país.
“Todo recurso financeiro alimenta o ciclo econômico básico: gera consumo (compra de bens e serviços), que gera maior volume de vendas, resulta em necessidade de maior produção, demandando mais mão de obra, mais matérias-primas e todos os itens que compõem as cadeias de produção”, explica. 

Benefícios   

Do total de benefícios pagos, 33.379.120 são previdenciários e 5.657.745 assistenciais. Mais de 26 milhões recebem até um salário mínimo e 2.868.803 pessoas ganham acima desse valor. 

Jandira Pinho, de 80 anos, é pensionista do INSS. Ela diz que o recurso é importante para complementar a renda.

“O valor é bem mais alto. Pelo Estado eu só recebo um salário mínimo. E ainda tem uma complementação. Então, é por isso que tem dinheiro para a família a toda”, conta.

Os beneficiários podem encontrar informações de valores, por exemplo, na central de atendimento 135 e pelo aplicativo ou site Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/).

Beneficiários com dígito final "1" serão os primeiros a receber. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil



Fonte: Brasil 61